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Um filme sobre educação e esperança

Tecnologia, metodologias ativas e protagonismo estudantil


Já pensou, um drone feito de lixo por estudantes brasileiros?


Pois aconteceu. E você pode ver essa história em Educação: presente para o futuro (2022), de Patrícia Travassos, está disponível na Globoplay. O documentário apresenta diversas iniciativas educacionais a partir do uso de metodologias ativas aliadas à tecnologia em escolas brasileiras:

  • mídia indígena;

  • um telejornal feito por crianças e adolescentes no YouTube;

  • aulas de robótica com sucata como matéria-prima, inclusive o drone com lixo reciclável;

  • aulas de computação gamificadas com Minecraft;

  • meditação e mindfulness para o melhor rendimento escolar;

  • literatura de cordel multimídia;

  • realidade virtual e aumentada, entre outras.

paulo freire pedagogia da esperanca

Não por acaso, o filme começa com a leitura deste trecho de Pedagogia da Esperança, de Paulo Freire:

É preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo”.

Os estudantes ativistas envolvidos nessas ações inovadoras foram reunidos no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, para falar sobre as respectivas experiências e o futuro da educação. Cada projeto nos enche de ideias, sonhos e esperança, do verbo esperançar.

Releitura do Pequeno Príncipe em forma de cordel multimídia por alunos do Ensino Médio na Escola Técnica Estadual Cícero Dias (NAVE), fundadores da Startup Somos Cordel:

pequeno principe em cordel escola nave

Jornal Henfil, telejornal on-line do projeto Imprensa Jovem da Escola Municipal de Ensino Fundamental Henrique Souza Filho (Henfil), em São Paulo:

Confira também o site da rede Mídia Índia.


E se você é educador(a) e tem interesse em usar a produção de conteúdo como método ativo, é possível transformar a sala de aula em laboratório de criatividade. Como? Vem comigo!

*Por Carol Assunção, jornalista, pesquisadora e professora

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